quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Fábrica

As lágrimas vêm aos olhos
Mesmo que estes não queiram
Se enchem e se esvaziam
Se enchem e se esvaziam
Se enchem e se esvaziam

O peito apertado
O corpo cansado
A boca muda

Os sonhos
Que eram tantos
Se foram
Como se nunca houvessem existido

As mãos não tocam a ninguém
Não têm mais essa função
Obedece-se o comando
Como num impulso
Como uma reação

E os olhos
Estes se enchem e se esvaziam.

8 comentários:

Emely disse...

eu sempre cirandava por aqui ...
adorei !
Deixo sorrisos
=)

Julianna disse...

lindo poema, e lindo blog também. adorei. x)
beijos. :*

Julianna disse...

que lindo comentário. =) poiisee, às vezes (muitas, aliás,), não nos damos conta de quanta coisa boa nós temos. elas são tão maiores e mais magníficas do que nossos problemas. e elas devem ser lembradas sempre, sempre. é só saber enchergar isso.

abraços.

Bianca disse...

Brilhante... Lindo!!!
Bjs com açúcar!

Robson Araújo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Robson Araújo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Robson Araújo disse...

muito bom esse poema parabens moça

Casa de Nana! disse...

vc escreve maravilhosamente bem, parabéns!